Reprodução Além de garantir a continuidade dos empregos, as Lojas Cem mantém, mesmo com a pandemia, os investimentos e os cronogramas para inauguração de novas filiais

A marca das Lojas Cem é saber conviver com o céu não apenas azul. A família Dalla Vecchia, responsável pela empresa, sempre defendeu o trabalho com dedicação como transformador para superar as adversidades em qualquer período. Desde a oficina de bicicletas até chegar a ser uma das maiores redes do varejo de móveis e eletrodomésticos do Brasil. Entendendo, sobretudo, que nenhuma conquista vem de graça.

“Aqui é uma empresa de trabalhadores e não de investidores. Então todos os dias eles estão aqui na empresa, cada um atuando em um setor. É uma empresa realmente familiar que deu certo. A empresa iniciou em 1952 com conserto de bicicleta. Como o negócio começou a ir bem, ela entendeu que poderia passar a vender bicicleta, posteriormente começou a introduzir alguns eletroportáteis e eletrodomésticos e assim foi fazendo a sua história”, conta José Domingos Alves, superintendente das Lojas Cem.

José Domingos destaca que a quarentena fechou as lojas da empresa, mas não houve demissão no quadro de 11.800 funcionários. Além disso, os clientes foram avisados que, durante o período da pandemia, não haveria cobrança de juros nas parcelas em atraso.

Além de garantir a continuidade dos empregos, as Lojas Cem mantém, mesmo com a pandemia, os investimentos e os cronogramas para inauguração de novas filiais.

“Nós iniciamos a construção de um novo centro de distribuição, fomos dobrando a nossa capacidade, até porque o volume de vendas vem crescendo bastante. Estamos fazendo investimentos em torno de R$ 150 milhões com recurso próprio para expandir nossa capacidade de armazenar produtos. Continuamos investindo, acreditando no país, gerando emprego e a gente sabe que tudo que está acontecendo vai passar. Então, no momento certo, vamos estar totalmente preparados tanto na área tecnológica quanto estrutural.”

José explica que a grande diferença da crise mundial gerada pela pandemia da Covid-19, é que em situações anteriores as atividades comerciais ainda eram mantidas.

“Essa pandemia neutralizou a economia, é uma experiência de aprendizagem. Mas entre essa situação vivida nos deu uma tranquilidade para conduzir tudo isso. Nossa empresa, nesses 68 anos, sempre teve uma conduta de cautela, de pé no chão, de fazer uma base muito bem feita que nos proporcionou gerar tranquilidade para quem trabalha para a empresa, para quem consome produtos da empresa e para quem vende para a empresa.”

O superintendente da Lojas Cem, José Domingos Alves, ressalta que nenhuma filial da empresa foi fechada em quase sete décadas e afirma que algumas medidas são consideradas vitais para o tempo bom da empresa.

“Naquele primeiro momento, a maior parte [das vendas] eram financiadas pela empresa euma parte de financeiras. Hoje, todas as nossas vendas são financiadas por recursos da empresa. Todas as nossas compras são feitas no menor prazo possível dos fornecedores, isso nos dá uma condição muito boa perante a concorrência para ter um preço altamente competitivo. Também praticamos a menor taxa de juros no país para o ramo que atuamos. Outra medida importante é que a empresa passou a entender que ela teria que formar os profissionais. Então todas as pessoas que comandam a empresa tiveram a sua oportunidade.”

*Com informações do repórter Marcelo Mattos 

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