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Neste ano, escolas e redes começam a implementar a BNCC (Base Nacional Comum Curricular). Entre outras indicações, o documento estimula a integração entre conteúdos de diferentes áreas do conhecimento. Para inspirar professores que desejam desenvolver projetos interdisciplinares, o Porvir fez uma seleção de práticas do Diário de Inovações. Confira:

Robô de sucata para proteger a natureza
Em Poços de Caldas (MG), os professores Leonardo Mendes e Paloma Sanchez desenvolveram uma atividade com sucata para integrar conteúdos de ciências, robótica e programação. Com as turmas dos quartos e quintos anos do ensino fundamental do Colégio Jesus Maria José, eles desenvolveram um robô que percorre o mapa do Brasil para executar tarefas em biomas brasileiros.

Leitura com alunos vestidos de personalidades famosas
Para unir artes, literatura e história, Cynara Aparecida Lenzi Veronezi se inspirou na curiosidade dos alunos para desenvolver um projeto sobre personalidades. Na Escola Estadual Professora Maria Constança de Miranda Campos, em Salto (SP), os alunos do quinto ano fizeram pesquisas sobre personagens da história, escreveram textos e se caracterizaram.

Museu temporário para celebrar histórias pessoais dos alunos
Em uma escola municipal de Santos (SP), ao perceber a dificuldade dos alunos associarem a disciplina de história com acontecimentos da vida pessoal, Adriana Negreiros Campos se uniu com a professora de português para criar um museu sobre a memória dos alunos. Cada um ficou responsável por redigir um texto sobre um objeto que contava sua história.

Fotos de comida no Facebook
Com o projeto “Somos o que comemos”, Mariana Araguaia, de Senador Canedo (GO), incentivou que os alunos publicassem fotos do seu prato de comida na rede social. A proposta, que envolveu conteúdos de ciências e português, era trabalhar percepção da turma sobre alimentação, além de explicar às crianças o que é vitamina.

Autores mirins mobilizados pela causa ambiental
Na Escola Municipal Nossa Senhora do Rosário, em Manaus (AM), a professora Mychelys de Mattos Queiroz trabalhou diferentes áreas do conhecimento com um projeto de leitura que incentivou a produção de livros. Durante a atividade, além das produções textuais, os alunos fizeram interpretações orais e escritas, confecção de maquete, exposição de textos, utilização de softwares, músicas e artes.

Metodologias ativas e tecnologia na aula de geografia
No Instituto Federal do Paraná, em Curitiba (PR), Fernando Roberto Amorim Souza utilizou aprendizagem colaborativa, sala de aula invertida, recursos educacionais abertos e um plataforma virtual para substituir a aula expositiva. Em suas turmas de ensino médio, foram criados grupos de estudo para trabalhar diferentes eixos que deveriam ser estudados durante o ano, incluindo conteúdos interdisciplinares.

Substituto para prova de recuperação
Os projetos interdisciplinares também podem servir como avaliação, inclusive na hora da temida prova de recuperação. Em Itamaraju (BA), a professora Cristiane Silva de Meireles Cardoso desenvolveu uma atividade que articulou conteúdos de diferentes áreas do conhecimento em uma ação que envolveu visitas a uma comunidade rural de assentamento pelo Programa Federal de Reforma Agrária ‘Cédula da Terra’, próxima do perímetro urbano.

Biblioteca ecológica na escola
Para trabalhar produção e descarte de resíduos, consumo e consumismo, logística reversa e matemática contextualizada, Eliane Barreto Maia Santos, de Curitiba (PR), estimulou que os alunos utilizassem materiais recicláveis para construir uma biblioteca para todos da escola usarem como espaço de estudo ou descanso, para pegar ou doar livros.


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