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Diferente do que vem sendo divulgado nas redes sociais, técnicos da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) descartaram o risco de rompimento da barragem da Usina PCH (Pequena Central Hidrelétrica), na represa de Salto Grande, em Americana (SP).

A barragem inicialmente havia sido colocada entre as 45 que preocupavam autoridades no país, mas o relatório divulgado em novembro do ano passado se baseava em dados fornecidos em 2017, e levava em conta informações dos próprios fiscalizadores, que no caso de Salto Grande é a Aneel.

Porém, nesta terça-feira (29), a assessoria de imprensa da CPFL Renováveis, informou que a barragem passou da classificação de Risco A, considerado alto, para risco B, considerado médio. Ou seja, as chances de rompimento da barragem de Salto Grande são extremamente baixas.

Em contato com a Prefeitura de Americana, o Rápido no Ar foi informado de que a barragem não aponta risco à população e que o relatório da ANA (Agência Nacional de Águas) também não traz o custo para recuperação da barragem e áreas atingidas justamente porque não são necessários ao local.

Funcionários da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) estiveram em Americana, por duas vezes nos últimos dois anos, e descartaram qualquer tipo de risco de rompimento.

Segundo a CPFL, diferente da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais, que armazenava rejeitos de minério, a represa de Americana é usada para gerar energia, motivo pelo qual é fiscalizada pela Aneel, e não pela ANA, e segue todos os parâmetros de segurança.

Ainda segundo a Prefeitura, a CPFL comunicou à Defesa Civil do município que a unidade está em conformidade com os requisitos legais estabelecidos na Lei Federal 12334/2010 e na Resolução 696/2015, da Agência Nacional da Energia Elétrica; o que significa que a usina atende aos parâmetros de segurança de barragem estabelecidos pelos órgãos competentes. Após adequação, passou para classificação ‘Risco B’.

A Prefeitura ainda ressaltou que de acordo com as informações da CPFL, não há residências que possam ser atingidas e a Defesa Civil percorreu todas as áreas de risco apontadas no Plano de Ação Emergencial (PAE) e também não constatou risco para os habitantes.

O único prejuízo seria o abastecimento de água na cidade.

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