O comércio eletrônico cresceu 27% no estado de São Paulo em 2020, primeiro ano da pandemia de coronavírus, em comparação com 2019. Segundo pesquisa da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio) realizada em parceria com a Ebit|Nielsen, as classes C e D foram as mais atraídas para o mercado online.

Conforme o levantamento, devido à pandemia, boa parte das empresas precisou se digitalizar, provocando um salto expressivo no mercado digital, e, em especial, no faturamento. Só na capital paulista, a alta do faturamento do e-commerce foi de 22,5%, fechando o ano na marca dos R$ 10,6 bilhões.

Na quarentena, houve crescimento das vendas pela internet, especialmente de produtos duráveis (+34,5%), mas também foi registrado um incremento entre os semiduráveis (+18,2%) e os não duráveis (+6,3%).

De acordo com a Fecomercio, o foco em bens duráveis é reflexo do comportamento do paulistano durante a pandemia: na quarentena, cresceu significativamente a demanda por itens que suprissem as necessidades domésticas, como home office e educação a distância. Isso se vê no aumento das vendas de eletroeletrônicos e eletrodomésticos em canais digitais.

Se até o início da pandemia as compras do e-commerce eram dominadas, em sua maior parte, pelas classes A e B, agora é cada vez maior a presença das classes C e D, aponta o levantamento. Para os organizadores da pesquisa, isso se deve à maneira como o comércio eletrônico se expande, fazendo com que mais pessoas tenham acesso a este tipo de consumo.

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Fonte: G1

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