Divulgado nesta quinta-feira pela Fundação Getúlio Vargas, o Indicador Antecedente do Emprego teve queda de 1,2 ponto em dezembro, encerrando 2021 em 81,8 pontos, em uma escala que vai de zero a 200 pontos. Esta é a segunda queda consecutiva do indicador, que pretende antecipar os rumos do mercado de trabalho brasileiro, e que chegou ao menor patamar desde abril do ano passado.

O economista da FGV, Rodrigo Tobler, avalia que, em 2022, o indicador ainda deve se manter baixo.

Cinco dos sete componentes do indicador, calculado com base em entrevistas com consumidores e empresários da indústria e do setor de serviços, tiveram queda – com destaque para a situação atual dos negócios da indústria, que recuou sete pontos, e para tendências dos negócios de serviços, que cedeu três pontos.

Os dois componentes que registraram alta foram situação atual dos negócios de serviços, e emprego previsto da indústria.

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