Vacina
Sem querer endeusar João Doria, se não fosse a sua iniciativa que veio a termo neste 17 de janeiro, estaríamos sendo apresentados à cloroquina injetável como a salvação do país. Quanto aos que acham que a vacina do Butantan é perigosa, eu aceito as vacinas que eles não quiserem tomar. Sem a obrigatoriedade de vacinação, o que deve ocorrer é um aumento do QI da população.
Octavio Henrique Pavan, professor aposentado de genética da Unicamp (Campinas, SP)

Havan
Empresário bolsonarista Luciano Hang tem diagnóstico de Covid-19 e se interna em hospital de SP” (Saúde, 19/1). Não se preocupem… Ainda vamos contar centenas ou milhares de mortos, como quer Bolsonaro e seus curandeiros de mentira. Talvez a ideia de seleção natural propagada por ele atinja seus objetivos; esforços deste governo para isso não faltaram. Vamos precisar de muito espaço para enterrar os mortos produzidos pela gripezinha de maricas.
Ricardo Santa Maria Marins (São Paulo, SP)

Pensei que tratamento precoce evitasse internação. Sorte que ele tem dinheiro. Imagina se fosse um pobre coitado que acredita em tratamento precoce, onde estaria agora? Provavelmente agonizando por falta de oxigênio.
Thiago Santos Costa (São Paulo, SP)

Criou aglomerações em vários municípios e fez apologia ao kit covid. Plantou e colheu.
Fernando José da Costa Brito (Rio de Janeiro, RJ)

Pois é. Ele está internado num dos melhores hospitais do país. E aqueles que ele empurrou para a contaminação e não têm a mesma condição? Quantos não morreram por causa dessa irresponsabilidade? Por que ele foi para o hospital se o tratamento precoce resolve?
Felix Miglioranza (Francisco Beltrão, PR)


Paspalhões
Quer dizer que o Brasil investe um dinheiro razoável nas Forças Armadas para que sejam formados oficiais paspalhões como o general Pazuello (“Pazuello admite que sabia de problemas com oxigênio em Manaus desde 8 de janeiro”, Saúde, 18/1)?
José Roberto Ferreira (São Paulo, SP)


Grandes fortunas
O editorial da Folha em defesa de uma reforma tributária com caráter social é para ser celebrado (“Justiça tributária“, Opinião, 17/1). Entretanto, é importante ressaltar que o Imposto sobre Grandes Fortunas pode arrecadar R$ 40 bilhões ao ano, montante superior ao orçamento do Bolsa Família em 2020.
Charles Alcântara, presidente da Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Belém, PA)


Governantes
Parabéns a Guilherme Boulos pelo lúcido artigo “Doria estadista?” (Opinião, 19/1). Estamos tão acostumados com os absurdos praticados por nossos governantes que, diante de uma ação correta, esquecemos as ações erradas de Doria. E, pior, voltará a fazer se não as repudiarmos.
Zoraide Inês Faustinoni da Silva (São Paulo, SP)


Exterminadores
Vários colunistas e reportagens têm falado sobre impeachment. Mas não nos esqueçamos de que Bolsonaro é produto de omissão, da covardia e do corporativismo do STF, do Congresso, da mídia e até do eleitorado. Numa democracia de fato, um contumaz quebrador de decoro seria travado com seriedade, nunca ignorado ou visto como mera caricatura. E cuidemo-nos com os que foram chocados pela serpente e travemos logo Flávio, Eduardo e Carlos para que não seja necessário ficar brincando de “Exterminador do Futuro” eternamente.
Anísio Franco Câmara (São Paulo, SP)

Bolsonaro, ao dizer que militares decidem se povo viverá na democracia ou na ditadura, está traindo seu compromisso de posse na Presidência de cumprir a Constituição acima de tudo. É motivo suficiente para um impeachment (“Militares decidem se povo viverá na democracia ou na ditadura”, Poder, 19/1).
Flávio Lima Silva (Maceió, AL)


Democracia ou ditadura
Trump só caiu porque vacilou. Tivesse ido até o fim, teria conquistado o poder absoluto. Longe de se arrependerem pelo fracasso, esses genocidas (alô Juca Kfouri! “Esporte”, 18/1) articulam-se para não cometerem erros no futuro. Essa é a ameaça trazida a nós pela professora da Universidade Yale Heléne Landemore (“Democracia já estava em coma antes de Trump, diz professora, Mundo, 19/1). Portanto, precisamos ficar ligados.
Ademar G. Feiteiro (São Paulo, SP)

Não escondo que sempre fui favorável a um “golpe branco”, praticado por militares corretos, com elevado senso de patriotismo, com o único intuito de acabar com a mediocridade, a corrupção e a impunidade que infelizmente ainda assolam a política brasileira. O golpe deve ser praticado contra Bolsonaro, não orquestrado por ele (“Bolsonaro condiciona democracia a militares em meio à pressão após derrota da vacina”, Poder, 18/1).
Maurílio Polizello Júnior, Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP (Ribeirão Preto, SP)


Feliciano
Lamentável a Folha abrir espaço para o artigo de Marco Feliciano (“Eu sou você amanhã“, Tendências / Debates, 19/1). Suas colocações são absolutamente ridículas para alguém que, como ele escreve no artigo, diz ter “ética e responsabilidade”. Se tivesse mesmo esses valores, deveria ficar calado, assim pouparia os leitores de ler tamanhas bobagens.
Auro C. Oliveira (Salto Grande, SP)

São razoáveis as ponderações apresentadas pelo deputado federal Marco Feliciano para justificar o apoio de Bolsonaro à candidatura de Arthur Lira à presidência da Câmara. Mas, pelo prisma pragmático, há uma pergunta que ainda não foi bem respondida: em até que grau os acordos com o parlamentar alagoano incluem também o apoio do centrão às chamadas pautas ideológicas –como impedir “a perversão dos costumes exigida pela esquerda”– e não apenas a proteção contra eventuais processos de impeachment em troca de benesses?
João Paulo Zizas (São Bernardo do Campo, SP)

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