Adriana Correia foi baleada pelo ex-marido em Salto — Foto: Reprodução/Facebook

Os órgãos doados de Adriana Correia, que teve a morte cerebral confirmada pelos médicos após ser baleada na cabeça pelo ex-marido, em Salto (SP), foram para três pessoas que aguardavam transplantes de rins e fígado, de acordo com a família.

Ao G1, uma parente, que preferiu não se identificar, contou que Adriana costumava comentar que quando morresse gostaria de ajudar outras pessoas com a doação de órgãos.

“Sempre deixou claro que ela queria fazer a doação quando falecesse. No meio de uma tragédia, algo que não tem como explicar, a gente fez bem para as pessoas”, afirmou.

O crime foi registrado no dia 28 de setembro. O ex-marido Claudemir Pereira, de 45 anos, bateu no carro em que estava Ângela Muczinski, que era vizinha e amiga de Adriana, e a abordou.

Em seguida, Ângela saiu do veículo e foi baleada, no bairro da Estação na frente dos dois filhos da vítima, de 2 e 4 anos. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Assustadas, as crianças foram para um restaurante do bairro.

Crime foi cometido no dia 28 de setembro — Foto: Arquivo pessoal

Na sequência, o homem seguiu para um pet shop no Jardim Arco Íris e atirou contra a ex-mulher, que foi encaminhada em estado grave ao hospital.

Segundo testemunhas, Ângela encorajava a colega a se separar do atirador. Após atingir a ex-companheira e a vizinha dela, o suspeito cometeu suicídio. O enterro da vítima será em Salto, na manhã de quarta-feira (7).

Ângela Muczinski foi morta pelo ex-marido da amiga em Salto — Foto: Reprodução/Facebook

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