Depois de uma semana internada em coma, Adriana Correia, que teria sido baleada na cabeça pelo seu ex-marido, teve morte cerebral confirmada na madrugada de hoje. Claudemir Pereira também é suspeito de atirar e matar a vizinha e amiga de Adriana, Ângela Muczinski, e se matar com um tiro em seguida.

Os crimes aconteceram na tarde do dia 28 de setembro, na cidade paulista de Salto, a cerca de 105 km de São Paulo. Segundo familiares, Adriana foi atingida por um tiro no olho direito. Ela foi socorrida em estado gravíssimo e ficou uma semana internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) em coma.

“O caso dela era muito grave e ela não resistiu. Dói muito, mas Deus sabe o que faz”, disse um familiar de Adriana, que pediu para não ser identificado.

Adriana morreu exatamente uma semana após o crime, que também vitimou uma de suas melhores amigas e vizinha, Ângela Muczinski.

De acordo com a Polícia Militar, no dia do crime, Ângela seguia de carro pela rua Marechal Rondon, no bairro Estação, quando foi abordada por Claudemir. Ao descer do veículo, ela foi atingida por quatro tiros.

A mulher estava com as duas filhas no veículo, de dois e de quatro anos. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ao dar entrada no hospital.

Em seguida, Claudemir teria fugido e ido até um petshop na rua Antônio de Salema, no bairro Jardim Arco-Íris, onde encontrou a ex-mulher. A suspeita é que o homem atirou contra Adriana e se matou na sequência.

Segundo familiares, Adriana e Claudemir estavam separados há dois meses e Ângela encorajava a amiga a não reatar o relacionamento. Claudemir não aceitava o fim do casamento e, em agosto, já tinha feito ameaças contra sua ex, segundo familiares. A mulher não chegou a registrar o caso.

Ainda segundo a polícia, antes de cometer os crimes, Claudemir chegou a comprar uma coroa de flores, que seria enviado ao velório da ex-companheira.

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