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Pedreiro Luís da Silva foi morto em julho e teve o corpo carbonizado
Dise esclarece homicídio e ocultação de cadáver
A delegada Luciane Bachir deu detalhes do crime. Os suspeitos estão presos. Crédito da foto: Carlos Araújo (8/11/2019)

O assassinato do pedreiro Luís da Silva, morador da zona norte de Sorocaba, ocorrido em julho deste ano, foi elucidado pela delegada titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), Luciane Bachir, em coletiva à imprensa. De acordo com a delegada, dois homens, de 26 anos e 45 anos, são os acusados do crime qualificado e ocultação de cadáver em que a vítima foi o pedreiro. O caso começou com o registro de desaparecimento de Luís em 24 de julho deste ano. Dias depois, o corpo foi encontrado carbonizado em Boituva.

No dia do desaparecimento, um filho da vítima recebeu mensagem do pai informando que se encontraria com uma pessoa para fazer um orçamento de obra de construção civil. Era uma emboscada. Após o encontro do cadáver carbonizado e do carro do pedreiro, um veículo Montana, as investigações levaram a polícia a prender em 19 de agosto o suspeito de 26 anos, um rapaz descrito como forte e que fazia treinos físicos em academia. A polícia ouviu novas testemunhas e efetuou a prisão do segundo suspeito. Os dois são amigos.

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De acordo com a delegada Luciane, que divulgou os detalhes do crime, a história apresenta uma peculiaridade na motivação do assassinato. Segundo ela, o suspeito de 45 anos, dono de uma empresa de construção civil, teve em 2012 relação de empregador com Luís da Silva. Depois, o pedreiro entrou com ação trabalhista contra o patrão e teve ganho de causa. O patrão teve que efetuar pagamentos ao pedreiro por determinação da Justiça.

A delegada disse que esse episódio levou o ex-patrão a alimentar ódio contra o pedreiro. Ela acrescentou que os dois amigos negaram a autoria do crime. Segundo a polícia, a morte foi causada a partir de agressão física empregada pelos acusados contra o pedreiro. O ex-patrão da vítima foi preso em 11 de outubro. (Carlos Araújo)

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