Hoje estudante de Relações Internacionais, Luisa Laurentino (17), ex-aluna da escola estadual Professor Milton da Silva Rodrigues, não imaginava que seu primeiro ano de faculdade seria marcado por uma pandemia mundial. Ela, que sempre foi ativa em sua vida estudantil, agora se deparou com um novo desafio. “Eu me adaptei bem as aulas online e faço o meu melhor para manter a disciplina e foco, como se fossem presenciais. Mas sinto muita falta dos meus amigos da escola estadual e de todos que faziam parte da minha rotina”, disse.

Na escola estadual Professor Milton da Silva Rodrigues, a estudante cursou eletivas de Educação Financeira, Empreendedorismo, Estética e Bem-Estar, DIY (Faça Você Mesmo), Nutrição e Comunicação e avalia que foram essenciais para sua vida pessoal e acadêmica. “Por ser uma escola de período integral, a nossa agenda era bem diversificada com clubes, eletivas e outras atividades. Foi um período muito importante na minha vida, onde pude aprender a ter autonomia, responsabilidade, solidariedade e competência”, afirmou Luisa.

Quando cursou o segundo e terceiro ano na escola, ela exerceu a função de ‘Jovem Acolhedora’, projeto que auxilia alunos novos a se integrarem na unidade e ajudar também a gestão, professores e funcionários da escola. Além disso, também foi líder do clube de Inglês. “Eu tenho muito carinho por todos os meus antigos professores. Mas devo ressaltar que minha tutora Cléo, minha professora de língua inglesa Edna e o diretor Osmar marcaram muito a minha vida e me ajudaram de forma indescritível”, relembrou Luisa. O próprio diretor também ressaltou a importância de incentivar alunos a buscarem programas fora da escola “Buscamos incentivar que os alunos sejam protagonistas durante as aulas e atividades em geral da escola. Dentro disto, incentivamos os alunos para inscrições de olimpíadas, feiras científicas, competições e programas, por exemplo”, explicou Osmar Carvalho.

Foram o seu protagonismo e trabalhos exercidos na unidade escolar que lhe garantiram, no início deste ano, uma vaga no programa ‘Jovens Embaixadores”, iniciativa oficial do Departamento de Estado dos EUA, coordenado pelas Embaixadas do país, onde os estudantes conhecem a capital estadunidense e passam uma semana com famílias-anfitriãs e frequentam aulas em escolas locais em diversos estados do país. “Minha experiência como Jovem Embaixadora foi imensurável, aprendi muito mais do que pensei que poderia e expandi meus horizontes de forma incrível! Conheci muitas pessoas maravilhosas e pude com isso sonhar com um futuro melhor não só para mim, mas para a minha comunidade”, afirmou.

Desde 2018, Luisa também participa do Projeto Antígona, Mulheres no Poder. Um projeto social que promove o feminismo como ferramenta de empoderamento para que jovens mulheres tenham voz, ocupem espaços e encontrem as suas identidades. Ela também é mentora de Inglês no Projeto Globalizando, um projeto que visa a democratização do ensino de idiomas no Brasil, oferecendo mentorias gratuitas para estudantes socioeconomicamente desfavorecidos.

Agora, Luisa aguarda o fim da pandemia do coronavírus (Covid-19) para realizar o seu segundo intercâmbio. “Por conta da pandemia, ainda não temos a definição do local, mas o programa baseia-se em ajudar a capacitar jovens líderes através de Bootcamps que visam inovação social, liderança e desenvolvimento de projetos que podem ajudar a comunidade”, explicou.

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