A cidade de Itu abriu 276 vagas de emprego com carteira assinada em janeiro, apontam dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados ontem (16) pelo Ministério da Economia. O número é o resultado de 2.076 admissões e de 1.800 desligamentos.

O saldo é melhor que o mês anterior, dezembro de 2020, quando a cidade abriu 145 vagas. Apesar da pandemia, Itu fechou o ano passado com saldo positivo na geração de empregos. “Durante a pandemia, a cidade mostra resiliência gerando um saldo de 307 novos postos formais de trabalho em 12 meses, 276 em janeiro/21. O mês de março está sendo bem difícil, mas vamos agir e ajudar”, escreveu o secretário municipal de Planejamento de Itu, Plínio Bernardi Jr., em seu perfil no Facebook.

Apesar do saldo positivo em janeiro no geral, apenas um setor se destacou: o de Serviços, que teve 1.135 admissões e 816 desligamentos, resultando num saldo positivo de 319 vagas. Os demais setores tiveram saldos negativos (Comércio: -40, Agropecuária: -8, Construção: -2, Indústria: -7). As mulheres foram mais contratadas e menos demitidas no período: foram 1.054 admissões contra 832 desligamentos. Entre os homens, 1.022 admissões foram registradas, contra 968 demissões.

Dados do Brasil

O saldo é o melhor da série histórica para o mês de janeiro desde 1992. O estoque de empregos formais no país chegou a 39.623.321 vínculos, o que representa uma variação de 0,66% em relação ao estoque do mês anterior. De acordo com o ministério, a modernização trabalhista teve papel importante na geração de empregos de janeiro.

“Foram 15.600 admissões e 12.517 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente, gerando saldo de 3.083 empregos, envolvendo 3.784 estabelecimentos contratantes. Um total de 201 empregados celebrou mais de um contrato na condição de trabalhador intermitente”, informou o Ministério da Economia.

A pasta apontou ainda que o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda tem sido bem-sucedido em evitar demissões, “em um ano tão atípico de enfrentamento de uma grave pandemia”. O programa institui o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm), pago a trabalhadores que tiveram o contrato de trabalho suspenso ou a jornada e o salário reduzidos. Segundo o ministério, os dados atualizados até 31 de dezembro mostram que o benefício permitiu 20.119.858 acordos entre 9.849.116 empregados e 1.464.683 empregadores no país.

Já a jornada em regime de tempo parcial teve saldo negativo de 610 postos de trabalho no ano, resultado de 15.808 admissões e 16.418 desligamentos. O regime parcial é aquele cuja duração não excede trinta horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais ou cuja duração não excede 26 horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais.

Segundo o Caged, em janeiro, a movimentação envolveu 6.413 estabelecimentos contratantes e 57 empregados celebraram mais de um contrato em regime de tempo parcial. (Com informações da Agência Brasil)

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